O que foi a Europa após Napoleão?
O que foi o Congresso de Viena?
E os movimentos liberais?
Teve reflexos no Brasil?
Veja e acompanhe aqui!
Este espaço é para o uso em atividades pedagógicas do C. E. Dôrval F. da Cunha.
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terça-feira, 28 de abril de 2020
sexta-feira, 20 de março de 2020
Revisão para o 2º Ano - Revolução Francesa
Revolução Francesa - a Época da Convenção.
A Convenção Nacional (1792-95)
A
primeira atitude da Convenção foi abolir a monarquia e proclamar a
República. Tentava-se instaurar um novo tempo marcado pelos princípios
de igualdade, fraternidade e liberdade. Para tanto se formulou,
inclusive, um novo calendário, com a finalidade de marcar uma nova era.
Nesse momento de grande agitação política havia três grandes grupos políticos em cena:
Girondinos
– representavam à burguesia comercial e industrial. Eram contra a
participação popular na revolução, uma vez que essa participação poderia
significar alterações em relação à propriedade privada (se sentaram do
lado direito da Convenção, dando origem à ideia da “direita” ligada ao
conservadorismo).
Jacobinos – representavam a pequena
burguesia e as camadas populares e desejavam aprofundar a revolução (se
posicionaram do lado esquerdo, originando uma concepção de radicalismo
para a “esquerda”).
Grupo da Planície – composto por
grandes banqueiros agiam de acordo com os seus interesses imediatos, ora
apoiando os girondinos ora apoiando os jacobinos (se posicionaram no
“centro” durante a Convenção).
Mais tarde os revolucionários
franceses descobririam o cofre da família real, documentos e a troca de
correspondência entre Maria Antonieta e monarquias europeias, fornecendo
subsídios para a acusação dos monarcas. Em 1793 a Convenção declara o
rei Luiz XVI culpado de traição, condenando-o a morte, o que acontece na
guilhotina, em plena praça pública. Pouco depois seria a vez de Maria
Antonieta passar igualmente pela lamina da “navalha nacional”. Como
seria de se esperar, a execução do monarca francês gera muitas reações,
principalmente de países estrangeiros.
Em 2 de julho de 1793 os jacobinos,
com o apoio da guarda nacional cercam a Convenção Nacional, tiram os
girondinos do poder e se declaram em estado insurrecional, é o inicio da
Convenção Montanhesa e da radicalização da revolução, o terror
efetivamente entre em cena. Criam-se órgãos especiais para defender a
revolução:
Comitê de Salvação Pública (que efetivamente exercia o poder, composto por nove membros).
O Comitê de Segurança Geral (espécie de polícia política).
O Tribunal Revolucionário
(responsável investigação e julgamento sumário dos suspeitos). Criado
pelo girondino Danton será amplamente utilizado pelo jacobino
Robespierre (chamado de o “incorruptível”) como instrumento para caçar e
punir qualquer suspeito de ser contrarrevolucionário.
Começa a período de terror da
revolução, um período de radicalização, onde os jacobinos iriam
perseguir e guilhotinar milhares de pessoas, inclusive, seus antigos
líderes. Calcula-se que em menos de um ano sob o comando de Robespierre
foram mandados para a guilhotina milhares de pessoas, inclusive, o
próprio Danton (4 meses após ele ter criado o mesmo Tribunal
Revolucionário).
Principais medidas do governo Jacobino:
- Aboliu a escravidão nas colônias;
- Ensino público e gratuito;
- Confisco das propriedades da nobreza emigrada;
- Reforma agrária;
- Criação de um novo exército, com ampla participação popular;
- Direito a insurreição popular.
Contudo, o terror levado a cabo
pelos jacobinos, aliado a execução de figuras populares como Danton fez
com que perdessem o apoio dos deputados e dos sans-culottes, abrindo
espaço para a alta burguesia tomasse o poder instaurando um governo de
caráter moderado: o Diretório.
Na imagem um sans-culottes assiste a
execução do rei Luis XVI. Descansando o pé na cabeça de um clérigo o
revolucionário toca violino em uma cena aterradora. Próximo à plataforma
outros revolucionários assistem a cena (repare nos gorros) e ao fundo
uma Igreja arde em chamas.
Nessa imagem, os revolucionários são
tratados pela imprensa inglesa de forma animalesca. De fato, no
momento em que líderes da revolução não condenaram a morte brutal dos
guardas que tinham a função de proteger a Bastilha, abria-se uma porta
para o terror e a máquina certeira da guilhotina fazer suas milhares de
vítimas.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Turmas 2001/2002/2003 O ILUMINISMO - Pensadores e características
Extraído de Só História.
O Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu durante o século XVIII na Europa, que defendia o uso da razão (luz) contra o antigo regime (trevas) e pregava maior liberdade econômica e política.
Este movimento promoveu mudanças políticas, econômicas e sociais, baseadas nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.
O Iluminismo tinha o apoio da burguesia, pois os pensadores e os burgueses tinham interesses comuns.
As críticas do movimento ao Antigo Regime eram em vários aspectos como:
- Mercantilismo.
-Absolutismo monárquico.
- Poder da igreja e as verdades reveladas pela fé.
Com base nos três pontos acima, podemos afirmar que o Iluminismo defendia:
- A liberdade econômica, ou seja, sem a intervenção do estado na economia.
- O Antropocentrismo, ou seja, o avanço da ciência e da razão.
- O predomínio da burguesia e seus ideais.
As idéias liberais do Iluminismo se disseminaram rapidamente pela população. Alguns reis absolutistas, com medo de perder o governo - ou mesmo a cabeça -, passaram a aceitar algumas idéias iluministas.
Alguns representantes do despotismo esclarecido foram: Frederico II, da Prússia; Catarina II, da Rússia; e Marquês de Pombal, de Portugal.
Alguns pensadores ficaram famosos e tiveram destaque por suas obras e idéias neste período. São eles:
John Locke
John Locke é Considerado o “pai do Iluminismo”. Sua principal obra foi “Ensaio sobre o entendimento humano”, aonde Locke defende a razão afirmando que a nossa mente é como uma tábula rasa sem nenhuma idéia.
Defendeu a liberdade dos cidadãos e Condenou o absolutismo.
Voltaire
François Marie Arouet Voltaire destacou-se pelas críticas feitas ao clero católico, à inflexibilidade religiosa e à prepotência dos poderosos.
Montesquieu
Charles de Secondat Montesquieu em sua obra “O espírito das leis” defendeu a tripartição de poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.
No entanto, Montesquieu não era a favor de um governo burguês. Sua simpatia política inclinava-se para uma monarquia moderada.
Rousseau
Jean-Jacques Rousseau é autor da obra “O contrato social”, na qual afirma que o soberano deveria dirigir o Estado conforme a vontade do povo. Apenas um Estado com bases democráticas teria condições de oferecer igualdade jurídica a todos os cidadãos.
Rousseau destacou-se também como defensor da pequena burguesia.
Quesnay
François Quesnay foi o representante oficial da fisiocracia. Os fisiocratas pregavam um capitalismo agrário sem a interferência do Estado.
Adam Smith
Adam Smith foi o principal representante de um conjunto de idéias denominado liberalismo econômico, o qual é composto pelo seguinte:
- o Estado é legitimamente poderoso se for rico;
- para enriquecer, o Estado necessita expandir as atividades econômicas capitalistas;
- para expandir as atividades capitalistas, o Estado deve dar liberdade econômica e política para os grupos particulares.
A principal obra de Smith foi “A riqueza das nações”, na qual ele defende que a economia deveria ser conduzida pelo livre jogo da oferta e da procura
http://www.sohistoria.com.br/resumos/iluminismo.php
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Turmas de 2º Ano EM - Iluminismo e Antigo Regime
O que é Iluminismo? O
Iluminismo foi um movimento de ideias desenvolvido essencialmente no
século XVIII e que acabou levando ao fim do Antigo Regime e aos
movimentos de independência das colônias na América.
A ideia de liberdade política é relativamente nova no mundo. Ela surgiu
no final do século XVII com o pensamento do filósofo inglês John Locke. À
época de Locke, a Inglaterra passava por grandes mudanças políticas. O
rei Carlos I foi decapitado e assumiu o poder Oliver Cromwell que
instalou uma república, a primeira e única da Inglaterra até os dias de
hoje.
Alguns anos depois, um novo movimento revolucionário, a chamada
Revolução Gloriosa, obrigou o rei Guilherme III a jurar obediência à
Declaração de Direitos (Bill of Rigths) que limitava o poder real,
ampliava os poderes do Parlamento e garantia as liberdades individual e
de imprensa.
Estimulado por esses acontecimentos, John Locke escreveu sua teoria
política “Segundo Tratado do governo civil onde afirmava que:
todos os seres humanos são, por natureza, livres, iguais e
independentes,
o poder político só é legítimo quando respeita a vontade popular.
Obrigado por compartilhar. Lembre-se de citar a fonte: http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/iluminismo-do-antigo-regime-aos-nossos-dias/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/iluminismo-do-antigo-regime-aos-nossos-dias/
http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/iluminismo-do-antigo-regime-aos-nossos-dias/Obrigado por compartilhar. Lembre-se de citar a fonte: http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/iluminismo-do-antigo-regime-aos-nossos-dias/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/iluminismo-do-antigo-regime-aos-nossos-dias/
Esse link leva vcs para um conteúdo bastante objetivo, também contèm um vídeo e uma série de mapas mentais ou resumos que muito ajudam ao aluno.
Bom proveito!
Conteúdo da Aula
I - Introdução
- Antigo Regime - Caracterização;
- Exemplos de como a sociedade, a economia e a política eram antes da Revolução Francesa e como ficaram a partir da época Contemporânea.
- Trabalhar os aspectos gerais das revoluções burguesas, destacando:
- Revolução Inglesa (século XVII);
- Revolução Industrial (segunda metade do século XVIII);
- Revolução Americana ou Independência dos Estados Unidos (segunda metade do XVIII);
- Revolução Francesa (final do século XVIII).
Exercícios no quadro.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
O Congo de Leopoldo II
http://www.geledes.org.br/quando-voce-mata-dez-milhoes-de-africanos-voce-nao-e-chamado-de-hitler/#gs.pgpZi1g
domingo, 1 de novembro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Imperialismo e neocolonialismo
I)Introdução
- Resultado da 2ª Revolução Industrial, da evolução do capitalismo liberal ou concorrencial para monopolista, da fusão dos capitais bancário (financeiro) e industrial, o imperialismo está associado com o processo de exportação de capitais - ferrovias, portos, comunicações, etc.
- Também vale destacar o chamado "fardo do homem branco", que segundo Kippling impunha aos ocidentais uma missão civilizadora aos povos "primitivos", "selvagens" ou "bárbaros" na periferia do mundo desenvolvido, cristão, capitalista e industrializado.
- Num primeiro estágio ocorreu a divisão e monopolização do mercado interno dos países centrais mediante a criação de cartéis e trustes. Num segundo estágio, a necessidade de ampliar os mercados consumidores e a saturação dos mercados é contornada pela aquisição de colônias - o colonialismo ou neocolonialismo.
- Novos países vão emergindo na corrida colonial do final do XIX/início do XX: EUA, Japão, Alemanha, Itália e Bélgica. Estes se juntaram à Inglaterra e França e intensificaram, por exemplo, a partilha do território africano.
- Termos associados: break up da China, Revolução Meiji no Japão e Imperialismo Informal para os EUA.
- A China foi aberta por meio das guerras do ópio e os Tratados Desiguais, sendo seu domínio compartilhado pelas grandes potências europeias, o Japão e os EUA. Formalmente era um país independente mas, de forma escancarada, dominado pela então conhecida Diplomacia das Canhoneiras.
- O Japão foi forçado a abandonar seu isolamento quando os Estados Unidos enviaram a chamada "Esquadra Negra" para exigir concessões de acesso. Reconhecendo sua inferioridade, o regime japonês foi forçado a se reestruturar visando a modernização de suas estruturas. Este processo foi a chamada Revolução Meiji ou modernização.
- Na sua esfera de influência mais imediata, Américas central e Caribe, os Estados Unidos implementaram políticas de intimidação militar e domínio econômico. Era a época do Big Stick ou Grande Porrete que correspondia a uma continuidade do Destino Manifesto (Marcha para o Oeste) e que conferia às intervenções americanas um caráter de "missão civilizadora".
Os alunos deverão responder a questões relacionadas com:
- O conceito de IMPERIALISMO e sua distinção em relação ao NEOCOLONIALISMO;
- Entender a diferença entre o colonialismo da época moderna e o contemporâneo;
- Porque a corrida imperialista está relacionada com a 1ª Guerra Mundial.
O Big Stick de Roosevelt
Ingleses humilhando nativos africanos
Combate entre tropas inglesas e nativos
A missão civilizadora dos belgas no Congo de Leopoldo II
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